O último grito em Damasco. E não é “Allahu akbar”.
jun.2004

O último grito em Damasco. E não é “Allahu akbar”.

jun.2004

Na entrada da Grande Mesquita de Damasco. Turistas, como nós.
jun.2004

Na entrada da Grande Mesquita de Damasco. Turistas, como nós.

jun.2004

Cúpula da mesquita de Sayyida Zeinab, Damasco. É ouro. Pago pelo Irã.
jun.2004

Cúpula da mesquita de Sayyida Zeinab, Damasco. É ouro. Pago pelo Irã.

jun.2004

Salada fatouche, em algum restaurante damasceno. A original. Desde muito, muito tempo atrás.
jun.2004

Salada fatouche, em algum restaurante damasceno. A original. Desde muito, muito tempo atrás.

jun.2004

Mesquita de Sayyida Zeinab, em Damasco. A terceira filha de Ali. Aquele mesmo, que deu origem ao xiismo.
jun.2004

Mesquita de Sayyida Zeinab, em Damasco. A terceira filha de Ali. Aquele mesmo, que deu origem ao xiismo.

jun.2004

A mesquita de Sanliurfa, Turquia (o S tem cedilha, mas não no meu teclado)
jun.2004

A mesquita de Sanliurfa, Turquia (o S tem cedilha, mas não no meu teclado)

jun.2004

Kaki King, La Boule Noire, Paris. Poesia pura, eu sei.
set.2008

Kaki King, La Boule Noire, Paris. Poesia pura, eu sei.

set.2008

No trem, entre Kyoto e Nagoya.
out.2009

No trem, entre Kyoto e Nagoya.

out.2009

Pelas ruas comerciais de Kyoto. De costas, lembrou meu avô
out.2009

Pelas ruas comerciais de Kyoto. De costas, lembrou meu avô

out.2009

Começo com algo que vai acabar: atum. Mercado Tsukiji, em Tóquio.
out.2009

Começo com algo que vai acabar: atum. Mercado Tsukiji, em Tóquio.

out.2009